Os R$ 4,6 milhões que a estatal de Lula pretendia injetar no rubro-negro em três anos estão diretamente relacionados com a presença do Bahia no Barradão na atual série B. Por isso a Petrobras, através de nota oficial, suspendeu as negociações “até as partes interessadas cheguem a um entendimento”Em bom Português, os dirigentes dos dois clubes precisam voltar a ficar de bem e resolver as picuinhas, aliás picuinhas estas que foram disseminadas pelo tal Jorginho axé - o porquinho - que de forma irônica e desrespeitosa deu entrevista na Transamérica, impondo condições desmoralizantes ao Bahia para que venha jogar no seu BARALIXO, disse o tal, que até segurança especial iriam querer em alusão, novamente, ao perfil marginal da nossa gloriosa torcida, quando prontamente e de forma veemente foi rebatido por Petrônio na mesma emissora.
Não entendemos, como diziam, que esse bostetico do Jorginho era um empresário renomado no axé music e não tem habilidade nenhuma, já que tenta matar a galinha do ovos de ouro do seu negócio, deve receber um puxão de orelha, se não, demitido. Agora terá que se desculpar se quiser ver seus R$ 4,6 milhões de volta.
O que toda cidade já sabia e discutia, veio à tona ontem. Da noite para o dia, o tricolor ganhou importância capital.
O Gerente de comunicação da petrobrás, Darcles Andrade (foto) disse: “ Se o Bahia jogar uma partida ( no barradão) o valor é um. Se jogar oito o valor é outro. Se não jogar o valor é outro.” Tudo isto 2 dias após afirmar que a presença tricolor não era condicionante no contrato.Se desistir de alugar o estádio, ou mesmo o Bahia fizer c* doce o clube perde dinheiro (quantia ainda não revelada) na revisão das contas feita pela estatal. Do contrário terá que aguentar o charminho feito pela Bahia e tentar convencer o rival a jogar no Barradão.
A torcida do Bahia quer ouvir publicamente desse bostetico rubro-negro, o tal porquinho, um pedido de desculpas, de preferência na Rádio do outro rubro-negro - Zé Bocão. Quanto a Paulo Cerqueira e Tilemon, que se lasquem e morram de despeito, pelas baboseiras que comentaram na metrópole no programa de Marinho.
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