Bi-campeão brasileiro 1959 - 1988 Estádio Roberto Santos - Pituaçú Capacidade - 32.400 lugares Denominações: Tricolor de aço, esquadrão de aço Mascote: Super-homem

quarta-feira, 25 de junho de 2008

Tristeza e melancolia


"Toda política que não faça sonhar está fadada ao fracasso"

Depois de mais uma derrota do Bahia nesta Série B, a terceira sofrida em oito jogos, com 3 empates e apenas 2 vitórias, somando parcos 9 pontos, aproveitamento muito baixo, próximo à zona dos que cairão para a Série C, todos ficamos assustados, pena que, parece ,nada pode ser feito, já que mesmo as possíveis contratações em cima da perna, que certamente farão, dificilmente vai poder resolver muita coisa, quando muito manter-se na Série B, muito mais por conta de terem aí algumas equipes, tais quais o nosso tricolor, também muito fracas, até porque, essas possíveis contratações não serão grande coisa.

Estes dias que se segue no Fazendão, serão de muita confusão. Bem recentemente tivemos por lá invasões e posse por parte de alguns membros da BAMOR e outros, que culminou em alguns entendimentos sobre a futura política do Clube. Certamente que os entendimentos não foram absorvidos muito bem pela maioria das oposições do tricolor, já que alguns mais radicais pleiteavam mesmo era a renuncia da atual Diretoria de Petrônio, coisa que não aconteceu.

Essas derrotas e a eminência de novo descenso pode deflagrar novamente outra onda de ações além dos normais protestos já fazem parte desse novo Bahia do século vinte e um, aliás parece que este novo perfil tricolor não mais tem fim, essa constante já é parte da construção da nova história do Esporte Clube Bahia.

Claro que mudanças podem e devem ocorrer assim como ocorre nas diversas prefeituras baianas, sai chico entra francisco, sai pedro entra joão e assim segue o andor, mas o santo permanece de barro e assim como no resto do mundo toda política que não faça sonhar, está fadada ao fracasso.

Na verdade não vamos jogar a toalha, mesmo que ao final de 2008, novamente choremos os resultados alcançados, para tanto vamos desde logo botando as barbas de molho, admitindo que esse problema estrutural não pode e nem vai ser resolvido assim de uma hora para outra, talvez mude uma geração inteira para que possa a nação tricolor voltar a sorrir, mas continuaremos aqui ou no além túmulo torcendo, opinando e crescendo, embora que muito lentamente por conta das constantes quedas, mas sempre crescendo e soltando nosso grito de guerra, bora baêa!

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